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Metodologia de Pesquisa
Introdução
O INFRA-BR é, em sua essência, um índice composto que agrega múltiplos indicadores individuais para produzir uma medida sintética de um tema complexo. Ele foi concebido para avaliar sistemicamente o desempenho da infraestrutura nas Unidades da Federação, indo além da simples contagem de obras ou extensão de redes.
Nossa abordagem é multidimensional, organizada em uma arquitetura clara: dimensões, componentes e indicadores. Essa estrutura nos permite analisar temas complexos de forma organizada, garantindo que o índice final reflita tanto as áreas incorporadas quanto as que, porventura, ficaram de fora do escopo.
Pilares: Dimensões, Componentes e Indicadores
O INFRA-BR fundamenta-se na ideia de que o processo do investimento sustentável em infraestrutura deve ocorrer de forma transdisciplinar e sistêmica, e a avaliação da qualidade dos ativos pode ser identificado a partir de seis grandes eixos nas unidades da federação:
-
Água
Focada na disponibilidade hídrica para consumo humano, buscando ir além da extensão das redes para focar na efetividade dos serviços e na qualidade da água devolvida ao meio ambiente.
-
Meio Ambiente e Resiliência
Analisa a exposição a perigos climáticos, as condições ecológicas e a capacidade de resposta institucional, reconhecendo os impactos sistêmicos das mudanças climáticas e a importância da infraestrutura verde.
-
Mobilidade
Abrange o deslocamento de pessoas e o escoamento de cargas, considerando a infraestrutura física, eficiência, segurança e integração entre diferentes modais (rodoviário, aéreo, ferroviário, hidroviário e cabotagem), além da mobilidade cotidiana urbana.
-
Energia e Conectividade
Examina a segurança energética (distribuição, geração e transmissão) e o acesso à infraestrutura de telecomunicações, ambos cruciais para a economia e a redução de desigualdades territoriais.
-
Bem-estar Social e Cidadania
Avalia como a infraestrutura existente se converte em resultados socialmente relevantes, como acesso a serviços essenciais, direitos e oportunidades, superando a visão centrada apenas em obras.
-
Saneamento Básico
Mede as condições dos serviços de coleta e tratamento de esgoto buscando medir também o planejamento do saneamento nos 27 estados.
Seleção dos Indicadores
A qualidade do INFRA-BR depende diretamente da qualidade e pertinência dos seus indicadores. Por isso, a escolha desses dados segue critérios rigorosos:
- Fontes públicas e confiáveis: Priorizamos dados provenientes de instituições reconhecidas e de acesso público, garantindo a rastreabilidade e a verificação.
- Boa qualidade da informação: Avaliamos a consistência, a precisão e a integridade dos dados para assegurar sua robustez.
- Cobertura geográfica compatível: Buscamos indicadores que permitam comparações justas entre diferentes regiões e unidades federativas.
- Comparabilidade temporal: É fundamental que os dados permitam a análise de tendências ao longo do tempo, para que possamos monitorar o progresso e identificar desafios persistentes.
O processo fundamenta-se no mapeamento e na extração de variáveis em repositórios oficiais, onde registros administrativos e microdados são consolidados em um ambiente único. Essa etapa inclui a verificação da cobertura e integridade das séries temporais, ajustando os indicadores para que estejam disponíveis de forma equânime.
Grade de Indicadores
Bem-estar Social e Cidadania
Cultura, Lazer e Esporte
- Proporção de escolas com biblioteca ou sala de leitura
- Praças e parques em áreas urbanas
- Proporção de escolas com quadra de esporte
- Proporção de museus no estado por população
Moradia & Infraestrutura Urbana
- Adequação construtiva das moradias
- Déficit habitacional
- Existência de banheiros exclusivos
- Moradias com calçamento no entorno
Assistência Social
- Média do Índice de Desenvolvimento dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (IDCREAS)
- Média do Índice de Desenvolvimento dos Centros de Referência de Assistência Social (IDCRAS)
Educação
- Densidade de equipamentos computacionais
- Acessibilidade sanitária para Pessoas com Deficiência (PcD) nas escolas
- Percentual de escolas com acesso à internet banda larga
- Cobertura de abastecimento de água potável nas escolas
- Infraestrutura para ensino de ciências
Saúde
- Total de equipamentos médicos
- Proporção de estabelecimentos de saúde por população
- Proporção de leitos hospitalares por população
Mobilidade
Deslocamento Intramunicipal
- Índice de diversidade modal
- Presença de transporte de alta capacidade
- Infraestrutura cicloviária
- Qualidade dos ônibus
Aeroportos
- Capacidade de tráfego aéreo instalada
- Conectividade da malha aeroportuária
- Densidade de aeródromos
Portos
- Volume de movimenatação portuária
- Produtividade média de movimentação
- Tempo médio de espera para atracação
Rodovias
- Qualidade da geometria rodoviária
- Qualidade das rodovias estaduais
- Mortalidade por acidentes de transporte
- Índice de condição da manutenção (ICM) de rodovias federais
Escoamento de Carga
- Volume de movimentação hidroviária interior
- Tonelada por Quilômetro Útil (TKU) ferroviário
- Arrecadação por atividade logística (aquaviário, aéreo, ferroviário e rodoviário)
- Volume transportado via cabotagem
Energia e Conectividade
Transmissão de Energia
- Extensão das linhas de transmissão
- Capacidade de transformação
Distribuição de Energia
- Média de Frequência Equivalente de Interrupção (FEC)
- Média de Duração Equivalente de Interrupção (DEC)
- Consumo médio energético por habitante
Geração de Energia
- Geração total de energia
- Diversidade da matriz energética
- Potência outorgada
Telecomunicações
- Cobertura de sinal de celular (4G e 5G)
- Capacidade e cobertura de telecom
- Qualidade da conexão banda larga
Água
Qualidade da Água
- Conformidade de cloro residual
- Conformidade microbiológica
Distribuição de Água
- Acesso à rede geral de água
- Taxa de distribuição urbana
- Taxa de distribuição rural
- Eficiência da distribuição de água
Saneamento Básico
Resíduos Sólidos
- Cobertura de coleta de resíduos sólidos
- Adequação da destinação final do resíduo
- Taxa de recuperação de materiais recicláveis
Esgoto
- Percentual de atendimento total de esgoto
- Adequação do esgoto sanitário
- Cobertura do tratamento de esgoto coletado
Meio Ambiente e Resiliência
Cobertura Vegetal e Conservação
- Grau de impermeabilização urbana
- Taxa total de degradação
- Áreas verdes urbanas
Adaptação e Resiliência Climática
- Proporção de municípios com planejamento de drenagem e manejo de águas pluviais
- Índice de capacidade adaptativa
- Cobertura de corpos d’água e áreas úmidas
- Segurança em barragens
- Redução de emissões brutas de gases de efeito estufa (CO2e)
Bem-estar Social e Cidadania
Cultura, Lazer e Esporte
- Proporção de escolas com biblioteca ou sala de leitura
- Praças e parques em áreas urbanas
- Proporção de escolas com quadra de esporte
- Proporção de museus no estado por população
Moradia & Infraestrutura Urbana
- Adequação construtiva das moradias
- Déficit habitacional
- Existência de banheiros exclusivos
- Moradias com calçamento no entorno
Assistência Social
- Média do Índice de Desenvolvimento dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (IDCREAS)
- Média do Índice de Desenvolvimento dos Centros de Referência de Assistência Social (IDCRAS)
Educação
- Densidade de equipamentos computacionais
- Acessibilidade sanitária para Pessoas com Deficiência (PcD) nas escolas
- Percentual de escolas com acesso à internet banda larga
- Cobertura de abastecimento de água potável nas escolas
- Infraestrutura para ensino de ciências
Saúde
- Total de equipamentos médicos
- Proporção de estabelecimentos de saúde por população
- Proporção de leitos hospitalares por população
Mobilidade
Deslocamento Intramunicipal
- Índice de diversidade modal
- Presença de transporte de alta capacidade
- Infraestrutura cicloviária
- Qualidade dos ônibus
Aeroportos
- Capacidade de tráfego aéreo instalada
- Conectividade da malha aeroportuária
- Densidade de aeródromos
Portos
- Volume de movimenatação portuária
- Produtividade média de movimentação
- Tempo médio de espera para atracação
Rodovias
- Qualidade da geometria rodoviária
- Qualidade das rodovias estaduais
- Mortalidade por acidentes de transporte
- Índice de condição da manutenção (ICM) de rodovias federais
Escoamento de Carga
- Volume de movimentação hidroviária interior
- Tonelada por Quilômetro Útil (TKU) ferroviário
- Arrecadação por atividade logística (aquaviário, aéreo, ferroviário e rodoviário)
- Volume transportado via cabotagem
Energia e Conectividade
Transmissão de Energia
- Extensão das linhas de transmissão
- Capacidade de transformação
Distribuição de Energia
- Média de Frequência Equivalente de Interrupção (FEC)
- Média de Duração Equivalente de Interrupção (DEC)
- Consumo médio energético por habitante
Geração de Energia
- Geração total de energia
- Diversidade da matriz energética
- Potência outorgada
Telecomunicações
- Cobertura de sinal de celular (4G e 5G)
- Capacidade e cobertura de telecom
- Qualidade da conexão banda larga
Água
Qualidade da Água
- Conformidade de cloro residual
- Conformidade microbiológica
Distribuição de Água
- Acesso à rede geral de água
- Taxa de distribuição urbana
- Taxa de distribuição rural
- Eficiência da distribuição de água
Saneamento Básico
Resíduos Sólidos
- Cobertura de coleta de resíduos sólidos
- Adequação da destinação final do resíduo
- Taxa de recuperação de materiais recicláveis
Esgoto
- Percentual de atendimento total de esgoto
- Adequação do esgoto sanitário
- Cobertura do tratamento de esgoto coletado
Meio Ambiente e Resiliência
Cobertura Vegetal e Conservação
- Grau de impermeabilização urbana
- Taxa total de degradação
- Áreas verdes urbanas
Adaptação e Resiliência Climática
- Proporção de municípios com planejamento de drenagem e manejo de águas pluviais
- Índice de capacidade adaptativa
- Cobertura de corpos d’água e áreas úmidas
- Segurança em barragens
- Redução de emissões brutas de gases de efeito estufa (CO2e)
Como Calculamos o INFRA-BR
A metodologia de cálculo do INFRA-BR é um processo de múltiplas etapas, desenhado para transformar dados brutos em um índice sintético e significativo. Vamos detalhar essa jornada:
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Tratamento preliminar dos dados
Antes de qualquer cálculo complexo, os dados passam por um tratamento estatístico cuidadoso para garantir robustez e comparabilidade.
- Valores extremos (Outliers): Dados que se desviam muito da média podem distorcer os resultados. Para isso, são tratados por truncamento em percentis superiores (ex.: 99º percentil), limitando sua influência sem excluí-los da amostra.
- Transformação de escala e redução de assimetria: Indicadores com distribuições muito desiguais são transformados, muitas vezes usando funções logarítmicas (ex.: log(x + 1)), para aproximar sua distribuição à normalidade e reduzir a influência de valores extremos, melhorando a estabilidade dos cálculos subsequentes.
- Valores ausentes: Quando há lacunas nos dados, a imputação é realizada por métodos de séries temporais (ex.: média histórica do estado) ou técnicas preditivas, selecionadas com base na minimização do erro quadrático médio, preservando a consistência temporal e territorial.
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Categorização de Indicadores Específicos
Alguns indicadores, devido à sua natureza (alta dispersão, assimetria acentuada ou natureza ordinal), são transformados em classes hierarquizadas (ex.: Baixo, Médio, Alto). Essa categorização ajuda a reduzir o ruído estatístico e a melhorar a comparabilidade, especialmente para dados relacionados a risco, criticidade ou impacto ambiental.
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Definição de Limites e Normalização
Para que todos os indicadores possam ser comparados entre si, eles precisam falar a mesma "língua".
- Limites superior e inferior: Para cada indicador, definimos um "melhor cenário" (limite superior) e um "pior cenário" (limite inferior), baseando-nos em critérios estatísticos, normas técnicas ou metas setoriais. Esses limites servem como pontos de referência.
- Orientação e normalização das variáveis: Todos os indicadores são orientados de forma que valores mais altos representam melhor desempenho. Se um indicador for originalmente "negativo" (ex: quanto maior o valor, pior o desempenho), ele é invertido. Em seguida, os dados são normalizados, o que permite a comparação entre variáveis que tinham unidades e escalas completamente diferentes.
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Validação Estatística
Aqui, empregamos técnicas estatísticas avançadas para garantir a validade e a consistência do índice.
- Teste de adequação amostral (KMO): Para cada componente, aplicamos o teste de Kaiser-Meyer-Olkin (KMO) para verificar se a estrutura de correlação entre os indicadores é adequada para as análises multivariadas que se seguirão, como a Análise de Componentes Principais.
- Definição de pesos por Análise de Componentes Principais (ACP): Os pesos dos indicadores são definidos por meio da ACP. Esta técnica identifica a contribuição relativa de cada indicador para a variância total do construto, conferindo base estatística à ponderação e reduzindo arbitrariedade.
- Alfa de Cronbach: A consistência interna de cada componente é avaliada usando o Alfa de Cronbach, que indica o grau de coesão entre seus indicadores e reforça a confiabilidade da agregação. Em termos simples, ele nos ajuda a ter certeza de que os indicadores dentro de um componente estão medindo o mesmo conceito.
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Agregação Final: do Indicador ao Índice INFRA-BR
As pontuações dos componentes são calculadas pela combinação ponderada dos indicadores. Por fim, a composição do índice INFRA-BR a partir das dimensões é realizada por média simples (pesos iguais) dos seus respectivos componentes, garantindo tratamento equilibrado entre os eixos.
A apresentação dos dados nos mapas acontece através da categorização de dados - técnica que agrupa elementos semelhantes em categorias para facilitar a análise, interpretação e o uso das informações. Para cada dimensão avaliada foi atribuída uma pontuação máxima e mínima, e o intervalo entre estas foi dividido em 5 faixas, cada qual representada por uma cor e abrigando um conjunto de 5 a 6 UFs do Brasil, homogeneizando a análise em grupos de tamanhos aproximados. Por fim, para cálculo da média nacional do INFRA-BR, seus componentes e dimensões, foi realizada uma média ponderada do desempenho das UFs pela sua densidade demográfica (quantidade de população).
Limitações e Notas de Precaução
A comparabilidade por si só é metodologicamente sensível e exige esclarecimento prévio quanto aos objetivos e critérios de comparação. Em primeiro lugar, é fundamental verificar se os fenômenos analisados são de natureza equivalente e se os indicadores utilizados possuem denominadores compatíveis. No caso do INFRA-BR, a equipe técnica procedeu à padronização estatística das variáveis, convertendo valores absolutos em medidas relativas à população, ao território ou a outras bases de referência pertinentes, com o objetivo de assegurar comparabilidade formal.
Todavia, a comparabilidade não se esgota na padronização estatística. As UFs brasileiras apresentam trajetórias históricas, capacidades institucionais, estruturas econômicas e arranjos político-administrativos distintos, ainda que compartilhem as mesmas instituições e arranjo federativo. Assim, a comparação entre estados deve considerar que diferenças observadas podem refletir não apenas desempenho infraestrutural, mas também contextos diversos.
Para mitigar riscos de interpretações inadequadas, recomenda-se que a principal forma de análise seja longitudinal, isto é, a comparação da UF consigo mesma ao longo do tempo. Essa abordagem permite observar variações internas no conjunto de variáveis que compõem o índice, favorecendo diagnósticos mais consistentes sobre evolução, estagnação ou regressão em determinadas dimensões no mesmo território.
Comparações interestaduais são metodologicamente possíveis e podem ser úteis para identificar padrões e disparidades. Contudo, devem ser conduzidas sem juízos normativos prévios. Os resultados devem ser interpretados como ponto de partida para investigação analítica — isto é, como indícios que suscitam perguntas sobre os fatores que explicam determinado desempenho. Cabe reiterar que índices sintéticos constituem instrumentos de mensuração e sinalização; não oferecem, por si, explicações causais sobre os fenômenos observados.
Em cada uma das dimensões do INFRA-BR, enfrentamos desafios relacionados à disponibilidade e padronização dos dados:
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Água e Saneamento
A fragmentação de bases nacionais e a heterogeneidade metodológica limitam a mensuração integrada, enquanto a dependência de sistemas de monitoramento ambiental pode apresentar defasagens.
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Meio Ambiente e Resiliência
Persistem lacunas relevantes em dados padronizados (como monitoramento de encostas) e a necessidade de considerar a diversidade de biomas brasileiros, que exige leituras contextualizadas.
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Mobilidade
Pontes rodoviárias compõem um ativo crítico da infraestrutura de transportes, e embora o Brasil disponha de esforços relevantes de seu inventário e inspeção, hoje é possível saber “quantas” pontes existem em determinados recortes administrativos ou redes concessionadas, mas não há, em escala nacional e comparável, informação consolidada sobre seu estado de conservação, desempenho estrutural, risco associado e adequação da manutenção preventiva e corretiva. O que impede a inclusão desse tema no INFRA-BR.
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Energia e Conectividade
Os indicadores captam principalmente a capacidade instalada e o desempenho médio, não refletindo integralmente aspectos como flexibilidade operacional ou a efetiva disponibilidade de energia ao longo do tempo devido a fatores hidrológicos.
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Bem-estar Social e Cidadania
Os indicadores captam majoritariamente capacidade instalada e disponibilidade relativa de equipamentos, não informando diretamente sobre a qualidade do atendimento. Fatores demográficos e urbanísticos influenciam fortemente os resultados.
Por essas razões, recomendamos que os resultados do INFRA-BR sejam interpretados como aproximações da situação estrutural e utilizados como ferramenta diagnóstica, sempre complementados por análises qualitativas, estudos setoriais e informações locais.